Cicatriz mastopexia e os cuidados no pós-operatório

A cicatriz da mastopexia é uma das principais preocupações de quem realiza ou pretende realizar essa cirurgia. O receio de marcas aparentes, alargadas ou elevadas nas mamas faz parte do processo de decisão e reforça a importância dos cuidados no pós-operatório.

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Entender como acontece a cicatrização e quais práticas auxiliam na recuperação pode fazer diferença no resultado estético final. Nesse processo, terapias com silicone, como as fitas de silicone da NullScar, auxiliam na prevenção e na redução de cicatrizes após a mastopexia. Continue a leitura e saiba mais!

Como acontece a formação da cicatriz de mastopexia?

A formação da cicatriz após a mastopexia acontece como parte natural do processo de cicatrização no pós-operatório. Após a remoção do excesso de pele e o reposicionamento das mamas, o organismo inicia o reparo celular e a síntese de colágeno para fechar as incisões da cirurgia.

O aspecto da cicatriz da mastopexia pode variar conforme a técnica utilizada, a posição da incisão e as características individuais da pele. Além disso, fatores como tensão na região e cuidados no pós-operatório também influenciam diretamente na evolução da cicatrização.

Nos primeiros meses, é comum notar alterações de cor, textura e sensibilidade na cicatriz. Com acompanhamento médico e cuidados adequados, é possível auxiliar na prevenção de marcas alargadas e favorecer um resultado mais discreto.

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Principais tipos de cicatriz da mastopexia

A mastopexia pode originar diferentes formatos de cicatriz, determinados pela quantidade de pele a ser retirada e pelo grau de ptose mamária. Entre os formatos mais comuns estão: T invertido, L, vertical e periareolar. Conhecer esses formatos ajuda a alinhar expectativas sobre o aspecto final da cicatriz de mastopexia e a adotar os cuidados mais adequados desde o início.

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Cicatriz vertical (“pirulito”)

A mastopexia com cicatriz vertical apresenta uma incisão ao redor da aréola e outra linha que se estende até o sulco mamário. Por ter menor extensão, costuma ser indicada para casos de flacidez leve a moderada e pode proporcionar boa projeção das mamas.

Nos primeiros meses, é comum surgirem pequenas pregas na porção inferior da mama, que tendem a se acomodar gradualmente ao longo da recuperação. Como toda cicatriz, sua evolução depende de fatores individuais e dos cuidados adotados no pós-operatório.

Cicatriz em T invertido (“âncora”)

A cicatriz em T invertido associa a incisão ao redor da aréola, uma linha vertical até o sulco mamário e uma linha horizontal posicionada na dobra natural da mama. Geralmente, é indicada quando há maior excesso de pele ou flacidez mais acentuada, permitindo uma remodelação mais ampla do contorno mamário.

Embora seja mais extensa, a cicatriz horizontal costuma ficar discretamente posicionada no sulco mamário. Após o período de maturação cicatricial, que pode levar de um a dois anos, muitas pacientes percebem que a porção vertical tende a ser mais evidente do que a horizontal.

Por isso, a escolha da técnica costuma priorizar o formato e a qualidade do resultado final da mama, e não apenas o tamanho da cicatriz.

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A cicatriz em T invertido é caracterizada por uma linha horizontal no sulco mamário e uma vertical que conecta essa linha até a aréola. Em geral, esse padrão é utilizado em casos com maior flacidez e necessidade de reposicionamento significativo da mama. Apesar de mais extensa, o resultado pode ser otimizado com cuidados apropriados desde o pós-operatório.

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Formato em L

O formato em L resulta em uma cicatriz menos extensa que a em T invertido, combinando uma linha vertical do centro da aréola ao sulco da mama com uma pequena extensão lateral. Indicado para ptoses moderadas, permite um aspecto mais discreto e menos perceptível a longo prazo, especialmente quando seguido um protocolo rigoroso de cuidados.

Incisão vertical

A incisão vertical apresenta apenas uma linha do centro da aréola até o sulco mamário, sendo indicada em casos de flacidez e excesso de pele leves. Por ter menor extensão, tende a apresentar recuperação mais rápida e resultados mais estéticos quando há colaboração na amenização das cicatrizes.

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Cicatriz periareolar

Neste padrão, a cicatriz é circunferencial ao redor da aréola, sendo a opção mais discreta para casos de menor excesso de pele. Os cuidados específicos após a cirurgia contribuem para melhor integração da cor da cicatriz à pele ao redor, favorecendo um aspecto harmonioso.

Fases do processo de cicatrização mamária

O processo de cicatrização mamária segue três fases essenciais: inflamatória, proliferativa e de remodelação. Inicialmente, a fase inflamatória ocorre nos primeiros dias após a cirurgia, caracterizada por inchaço, vermelhidão e início da síntese de colágeno, proteína fundamental para a estrutura do tecido.

Em seguida, a fase proliferativa promove a formação de tecido de granulação, responsável pela recuperação da pele. Nessa etapa, alguns médicos podem recomendar o uso de óleos cicatrizantes específicos para auxiliar na hidratação e elasticidade da pele ao redor da cicatriz, sempre conforme orientação profissional.

Por fim, a fase de remodelação pode durar até dois anos, período em que o tecido cicatricial amadurece gradativamente e tende a adquirir aspecto mais claro e fino. Os cuidados pós-operatórios adotados ao longo desse processo influenciam diretamente na aparência final da cicatriz.

Entenda a influência da tensão tecidual nas cicatrizes

A tensão tecidual representa a força exercida sobre a pele durante e após a cicatrização, principalmente em regiões submetidas à movimentação ou à gravidade, como ocorre nas mamas. Um excesso de tensão pode favorecer o alargamento ou espessamento da cicatriz, além de contribuir para quadros de hipertrofia cicatricial, situação em que a cicatriz torna-se elevada e endurecida.

Por isso, evitar movimentos bruscos nos primeiros meses e adotar medidas que auxiliem no suporte local, como o uso constante do sutiã pós-cirúrgico e evitar elevação dos braços além de 90°, é fundamental para auxiliar na prevenção de alargamentos e alterações indesejadas.

Quando iniciar o uso de fitas de silicone após a mastopexia?

O uso das fitas de silicone, como as soluções da NullScar, costuma ser indicado após o fechamento completo da ferida cirúrgica e conforme a orientação do médico responsável. Em geral, isso acontece entre 15 e 21 dias após a mastopexia, quando não existem mais crostas ou secreções na região.

Iniciar a terapia oclusiva no momento correto é importante porque o silicone auxilia na prevenção de cicatrizes hipertróficas e na redução do alargamento e escurecimento das marcas.

Para entender melhor sobre o momento ideal de iniciar o tratamento, confira também o conteúdo sobre quando usar fita de silicone para amenizar as cicatrizes no blog da NullScar!

Como a fita de silicone auxilia na amenização das cicatrizes?

A fita de silicone funciona como uma barreira oclusiva sobre a cicatriz, ajudando a manter a hidratação equilibrada da pele. Esse processo favorece a organização das fibras de colágeno e auxilia na recuperação mais uniforme da região.

Com o uso contínuo, o silicone auxilia na redução de alterações de relevo, espessura e coloração da cicatriz. Ao longo dos meses, isso pode contribuir para um aspecto mais homogêneo e discreto da cicatriz da mastopexia.

Além disso, a terapia com silicone auxilia na prevenção de cicatrizes hipertróficas e queloides, que costumam apresentar aspecto elevado e avermelhado. As soluções da NullScar oferecem diferentes formatos de fitas de silicone para se adaptar às necessidades mais comuns do pós-operatório mamário.

Checklist essencial para o cuidado com sua cicatriz de mastopexia

Alguns cuidados no pós-operatório fazem diferença direta na evolução da cicatrização e ajudam a auxiliar na prevenção de alterações indesejadas na cicatriz da mastopexia. Confira as principais recomendações:

  • utilize o sutiã pós-cirúrgico de forma ininterrupta, conforme orientação médica;

  • evite levantar os braços acima de 90° nos primeiros 30 dias, prevenindo tensão nos pontos;

  • priorize repouso, evitando atividades com impacto nos membros superiores;

  • inicie o uso das fitas de silicone NullScar após total cicatrização da ferida, conforme a orientação do seu médico;

  • proteja a cicatriz da exposição solar direta por pelo menos seis meses;

  • observe sinais de irritação, alteração de cor ou espessamento, comunicando imediatamente ao profissional de saúde.

Seguindo este checklist, é possível auxiliar no processo de cicatrização e favorecer resultados estéticos mais previsíveis.

Quando procurar orientação médica durante o pós-operatório?

O acompanhamento médico é fundamental durante todo o processo de recuperação da mastopexia. Alterações como vermelhidão persistente, secreção, dor intensa, endurecimento ou aumento progressivo da cicatriz merecem atenção profissional.

Em alguns casos, o especialista pode ajustar os cuidados pós-operatórios e orientar mudanças na rotina de proteção e terapia com silicone. Esse acompanhamento auxilia em uma recuperação mais segura e adequada ao longo da cicatrização.

Agora que você já sabe quais cuidados auxiliam no processo de cicatrização, conheça as soluções da NullScar e encontre a fita de silicone ideal para auxiliar na prevenção e na redução de cicatrizes no pós-operatório.

Aproveite também para conferir o conteúdo sobre como limpar e armazenar fitas de silicone cicatrizantes e manter o uso correto do produto durante o tratamento.

Referências:

NGUYEN, Anh et al. A systematic review of the management of postoperative scars with silicone gel-based products in randomized controlled trials. Dermatology Online Journal, [s. l.], v. 29, n. 4, 15 ago. 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37921811/. Acesso em: 14 maio 2026.

HSU, Kuei-Chang; LUAN, Chih-Wei; TSAI, Yi-Wen. Review of Silicone Gel Sheeting and Silicone Gel for the Prevention of Hypertrophic Scars and Keloids. Wounds, [s. l.], v. 29, n. 5, p. 154-158, maio 2017. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28570253/. Acesso em: 14 maio 2026.

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